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terça-feira, 15 de abril de 2008

ano paulino II

Ano Paulino irá inspirar espiritualidade do discípulo missionárioDom Walmor Oliveira de Azevedo destaca importância do ano celebrativo
Por Alexandre Ribeiro
BELO HORIZONTE, segunda-feira, 14 de abril de 2008 (ZENIT.org).- O arcebispo de Belo Horizonte (Brasil) considera que o Ano Paulino será ocasião para infundir a espiritualidade do discípulo missionário entre os católicos.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo, em artigo enviado a Zenit na sexta-feira passada, explica que a «palavra corajosa e comprometida brotou do coração missionário do apóstolo Paulo» --“por causa do Evangelho eu faço tudo” I Cor 15,23-- revela «a fonte inesgotável que sempre o sustentou incansável missionário».
Todo sustento «vem de uma referência forte», afirma o arcebispo, que enfatiza que, na vida do apóstolo Paulo, «esta referência é Cristo Jesus, o Salvador e Redentor».
De acordo com Dom Walmor, «a radicalidade existencial deste testemunho de Paulo se explica pela experiência do seu encontro pessoal com o Cristo Vivo, Ressuscitado».
Da intimidade com Jesus «vem a sua coragem inquebrantável, seu inesgotável ardor missionário, seu senso de fidelidade e justiça, sua generosidade, sua indescritível disposição para percorrer longos caminhos, atravessar os mares, sofrer perseguições e não temer os que se fazem seus inimigos».O arcebispo considera que a importância desta história de 2000 anos é justamente a razão para a convocação que o Papa faz à Igreja Católica para a celebração de um Ano Paulino (28 de junho de 2008 a 29 de junho de 2009).
«Este Ano Santo Paulino ofertará oportunidades de conhecimentos variados e a garantia de inspirações profundas para que a espiritualidade do discípulo missionário, encharque os corações de todos os que crêem em Cristo Jesus, a exemplo de Paulo», afirma.
Dom Walmor destaca que Paulo «é exemplo inimitável de cultivo de intimidade com Cristo. A força desta experiência mantém em Paulo a consciência da força que lhe vem da graça de Deus».
«Ele afirma, como indicação para o caminho de todos os que querem viver, autenticamente e com fecundidade, a fé em Cristo: “É pela graça de Deus que sou o que sou” (I Cor 15,10).»
«Ele tem, em Cristo, uma fonte inesgotável», afirma o arcebispo.

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